Biografia

  • Anos de atividade

    1996 – até o momento (30 anos)

Thrash Metal - Japan
Lyrical themes: Destruction, Hate, Disasters

Suguru Ando Bass
Kazuhiro Mochida Drums
Akihiro Ito Guitars
Jiro Mochizuki Guitars
Toshio Komori Vocals

Álbuns
Conflict in Hate (Cassette - 1996)
Senseless Sadistic Souls (Cassette - 1999)
Total Thrashing Massacre (Cassette - 2001)
Infernal Thrashing Holocaust (CD - 2004)
Far East Necromancers (Split - 2007)
Nuclear Thrashing Attack (CD - 2007)
Ghastly Affliction (Split - 2008)
Bestial Thrashing Bulldozer (CD - 2011)
Thrashing in the East (Split - 2012)
Slaughters in the Antipodes (Split - 2015)

O Japão nunca foi lá muito conhecido por sua cena metálica, com algumas exceções que buscaram sair do mercado interno (que é enorme) em busca de horizontes mais amplos, logo, muitas vezes, nomes fortes com muito a dizer ficam escondidos dos bangers, e mais uma se juntar aos nomes que andam buscando espaço fora das terras nipônicas é o quinteto Thrasher Fastkill, que acaba de lançar seu novo CD, Bestial Thrashing Bulldozer, pela Pulverised Records.
E saiam da frente os mais incautos, pois a banda destila um Thrash Metal totalmente Old School, mas feito com bastante energia, garra, brutalidade e aquilo que é importante: identidade.
Gravado no Sound Studio NOAH, em Tóquio, sob o olhar cuidadoso de Keisuke Okada, que já produziu outras bandas como Disconformity, Rest In Gore, Woundeep e Infected Malignity, o resultado final é uma produção não tão limpa assim, mas que não obscurece nenhum dos instrumentos e deixa o trabalho da banda intenso, coeso e pesado. A capa é totalmente voltada para o Thrash Metal pré-1986, ou seja, bem despojada, como quando as bandas do estilo ainda eram mais brutas, sem se preocuparem muito com visual.
Agora, quando as faixas começam a tocar, a impressão que fica é muito boa, que, embora nada inovadores, esses 'Kamikaze guys’ a serviço do Thrash Metal não têm o mínimo pudor de expor os ouvidos dos mais incautos a um autêntico massacre de vocais agudos insanos à lá Baloff/Zetro Souza, guitarras rascantes em bases e solos rápidos, mas com boa técnica e melodia, ou seja, a boa e velha escola 'Petrozziana'; baixo preocupado apenas com a marcação (que no caso da banda não é algo lá muito simples), e bateria pesada e variada, com ótimos bumbos.
O que se pode esperar da música da banda?
Basta dar uma bela ouvidinha nas faixas In Thrash We Trust, onde o andamento começa um pouco cadenciado, mas logo vira um raid de velocidade e rispidez; Die in the Pentagram, bastante variada e com um ótimo refrão; Terminal Disease, outra faixa esmagadora, especialmente por conta da cozinha rítimica; Guillotine Attack, que é uma massacre à vista; Endless Game, um cover dos compatriotas Thrashers do Nigaboro; e Tortured Again.
Não há como explicar em palavras direito, logo, ouçam, e se preparem para um autêntico raid Thrasher!

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