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Moio, segundo álbum da carreira do Cabana Café, rejeita - assim como a própria banda - rótulos prontos. Válvula de escape musical, espontânea, sensitiva. Moio é fruto do prazer do reencontro sem regras, de sessões leves e dinâmicas que deságuam em um lago de rock alternativo.

"É menos ensolarado do que outros trabalhos do Cabana", diz o guitarrista Hafa Bulleto (também integrante da banda BIKE), recém-convocado para completar a formação que já tinha o guitarrista Zelino Lanfranchi (Parati), o baterista Mário Gascó (DesReal), Taian Cavalca nos synths, Gustavo Athayde (Peaches and Cream) no baixo e Rita Oliva (Parati) no vocal.

O grupo dá um tempo nos flertes com indie e bossa nova de “Panari” (2013) para intensificar um relacionamento denso com seus componentes musicais. "Foi a primeira vez que gravamos música instrumental, aprofundando nos instrumentos, deixando as jams fluírem", define Rita Oliva, cuja voz acompanha a transição dos companheiros de banda, passando da doçura à estridência.

A urgência das notas da vocalista está na escurecida “Vândalo”. Faixa que “na primeira camada é uma 'chamada na chincha'”, como resume a própria Rita, “(…) e que também fala de uma necessidade da energia feminina, de ser expressada de forma mais ativa."

A cotidiana e funkeada “Qualquer Lugar”, primeiro single de “Moio”, foi feita de forma quase automática, em estúdio, com anotações que descreviam cenas reais, em bloco de notas de celular. "Just love”, diz ainda Rita, “se baseia na ideia de que deus, no sentido de uma entidade, não deve se sobressair ao amor de nenhuma forma" e a homônima “Moio “representa muito as jams que a gente fez ao longo da estrada”.

“E o Homem Não Foi para a Lua”, “Pequena Morte”, “Just Love” e “Vibrar na Garganta” são os registros exatos da experimentação instrumental do Cabana Café. “Manipura” é mais um delicioso delírio, este, construído nos sintetizadores do Taian. “Descarrego” se despede completando o ciclo de viagem sem rumo construído por guitarras praianas e baixo austero.

O álbum foi gravado e mixado pelo Taian Cavalca em seu estúdio, o Mono Mono, e master foi assinada por Maurício Gargel. As apresentações seguirão o espirito da produção do disco, com bastante liberdade e momentos de fluidez.

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