Reproduzindo via Spotify Reproduzindo via YouTube
Saltar para vídeo do YouTube

Carregando o player...

Scrobble do Spotify?

Conecte a conta do Spotify à conta da Last.fm e faça o scrobble de tudo o que você ouve, seja em qualquer app para Spotify, dispositivo ou plataforma.

Conectar ao Spotify

Descartar
Descartar

As your browser speaks English, would you like to change your language to English? Or see other languages.

Existe uma nova versão disponível da Last.fm, sendo assim, para manter tudo funcionando perfeitamente, recarregue o site.

Wiki

Download: http://www.mediafire.com/file/q80f881rhd55sdc/Br%C3%B4+Mc%27s+-+Rap+Ind%C3%ADgena_www.comunidaderapdownload.com.7z

Rap em forma de denúncia contra os problemas sociais dos Índios Brasileiros.
Cantado em Guarani-Kaiowá e Português.

Membros da banda
Charlie Peixoto
Bruno Veron
Kelvin Peixoto
Clemerson Veron

Part. Especial: Dani Muniz e Higor Lobo

Na apresentação de um trabalho de escola sobre meio ambiente, Bruno começou a rimar. No ano de 2005, o improviso com as palavras era apenas uma brincadeira que o aluno Guarani Kaiowá da escola Araporã, da terra indígena de Dourados, gostava de fazer com seus colegas no recreio. Hoje Bruno é o líder do Brô MC’s, primeiro grupo de rap indígena no Brasil a lançar um disco.

E o que canta o Brô MC’s? Segundo eles mesmos, canta rap com compromisso. “A gente canta nossa realidade, porque a mentira não cola com a nossa cara”, afirma Bruno.

Com mais de 11 mil pessoas vivendo em 3,5 mil hectares, a reserva indígena de Dourados está longe da imagem idílica de uma aldeia espaçosa de natureza exuberante e muito próxima da realidade das favelas das grandes cidades. Consumo de drogas, trabalho infantil e altos índices assassinatos estão presentes no cotidiano dos jovens do Brô. E no entorno de sua aldeia, a restrição do acesso aos seus territórios, o preconceito e o racismo da sociedade envolvente. “A gente tenta mostrar a verdade do que a acontece na aldeia, na nossa comunidade. O pessoal da aldeia quando vai para a cidade sofre muito preconceito, os lugares que fecham a porta na cara dos índios. Isso a gente coloca no rap. Na verdade o rap já um protesto” explica Clemerson, irmão de Bruno.

Editar esta wiki

Não quer ver anúncios? Assine agora

API Calls