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Biografia

Triz é uma novidade do rap nacional que se identifica como transgênero não binário. Paulista, com 18 anos, e referências que vão de Cartola a Sabotage, Triz lança o primeiro clipe da sua carreira, para a música “Elevação Mental”, que o Papelpop traz com exclusividade.

“Elevação Mental” foi composta por Triz, e carrega em sua letra o ativismo da causa LGBT. “A inspiração para a criação da letra foi movida pela tristeza de saber que ainda existem pessoas tão arrogantes, intolerantes e ignorantes sobre o assunto. Tentei através dos versos falar de uma maneira curta e direta como é a vivência de uma pessoa que esta inserida no meio, abordando temas pesados e tristes sobre a realidade de pessoas como nós que são diariamente marginalizadas, esquecidas e humilhadas”, contou Triz ao Papelpop.

“No refrão pensei em deixar algo mais harmonioso, melódico e sensitivo, pra de fato tocar o coração das pessoas, pra tentar trazê-las para os braços do respeito, da empatia e do amor. Provando que somos gente como qualquer gente, sentimos, tememos, amamos e morremos como qualquer outro e merecemos respeito, dignidade e direitos e tudo que for concebível a uma pessoa comum, porque é isso que somos, pessoas que vivem e resistem e querem alcançar a paz e o respeito, para viver com dignidade, sem temer e sem sofrer”, continua.

Em nosso papo, Triz ainda comentou se o estilo musical que canta respeita a diversidade ou não. “O rap de fato é um estilo que é extremamente machista e intolerante, principalmente raps americanos, é muito difícil ver pessoas LGBT fazendo rap, e as poucas que existem que fazem esse tipo de conteúdo não tem tanta visibilidade nas grandes mídias. Eu sou o tipo de pessoa que gosta de ousar, gosto de invadir espaços nos quais disseram que eu não poderia fazer parte, pra mostrar justamente que eu posso sim, tenho capacidade, inteligência e auto suficiência pra estar aonde eu quiser e fazer absolutamente tudo que um homem hétero cis pode fazer no cenário da música”, afirma.

“A ideia é justamente mostrar que pessoas como eu são inteligentes sim, são talentosas sim, e podem fazer tudo que quiserem e desempenhar qualquer papel que quiserem simplesmente porque temos capacidade e porque podemos fazer isso, com qualidade e inteligência. Nossas capacidades não estão restritas a nossas orientações ou aos nossos gêneros e qualquer um que tenha um pingo de sanidade conseguirá enxergar isso”, completa Triz.

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