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Biografia

A inglesa Skin era cantora do grupo Skunk Anansie que, apesar de não muito conhecido pelo mundo inteiro, teve grande repercussão na Europa, com 3 álbuns lançados e 4 milhões de cópias vendidas. Agora estreia-se na sua carreira a solo com “Fleshwounds”, um álbum muito menos pesado do que estava acostumada a fazer na sua antiga banda, mas nem por isso, menos tenso.

A temática das músicas também mudou. Ela deixou de lado os protestos políticos para falar de amor. Mas não faz letras melosas. Skin fala do lado negativo do amor, das coisas que dão erradas e do sofrimento que ele pode causar (e quase sempre o faz).

As canções foram feitas em parceria com Len Arran, colaborador de longa data da artista, e foram produzidas por David Kosten e Ken Nelson (que já trabalhou com Coldplay). O resultado disso é um disco de extremo bom gosto e que esbanja qualidade. Logo nos primeiros momentos em que o disco começa a tocar, com a belíssima “Faithfulness”, o ouvinte fica com a certeza de que essa não será a única audição que irá fazer do trabalho.

As melodias e os arranjos são na grande maioria , melancólicos, tristes e até um pouco depressivos. A emoção que Skin passa na sua voz, dá credibilidade às faixas e fica claro que ela realmente acredita em cada palavra que está canta.

É difícil apontar destaques, uma vez que o conjunto da obra é todo acima da média e mantém uma coerência bastante sólida. Mesmo assim, algumas como “Don’t Let Me Down”, “Lost” e “As Long As That’s True” acabam se sobressaindo.

“Fleshwounds” é um álbum original e muito talentoso que coloca Skin entre as melhores cantoras e compositoras da actualidade.

*Retirado do Canal Pop*

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