Reproduzindo via Spotify Reproduzindo via YouTube
Saltar para vídeo do YouTube

Carregando o player...

Scrobble do Spotify?

Conecte a conta do Spotify à conta da Last.fm e faça o scrobble de tudo o que você ouve, seja em qualquer app para Spotify, dispositivo ou plataforma.

Conectar ao Spotify

Descartar

Existe uma nova versão disponível da Last.fm, sendo assim, para manter tudo funcionando perfeitamente, recarregue o site.

Biografia

Pedrinho da Flor começou no samba na adolescência, freqüentando as rodas na quadra do então bloco carnavalesco Flor da Mina do Andaraí (daí seu nome artístico). Depois, ingressou na ala de compositores da vizinha Unidos da Tijuca, onde ganhou seu primeiro samba enredo “Flor Serrana”, em 1974.
O sambista passou a integrar as alas de compositores das agremiações tijucanas: Flor da Mina, Unidos, Império e Salgueiro. Paralelamente, desenvolvia seu trabalho como músico, primeiro como ritmista do grupo de samba Sambaslan, depois compositor e, finalmente, cantor. Como compositor, gravou com Fundo de Quintal, Nosso Samba, Almir Guineto, etc.

Em 1985, a gravadora RGE lançou o LP Raça Brasileira, uma coletânea que lançou os nomes da chamada jovem guarda do emergente pagode de fundo de quintal que dominou a segunda metade da década de 80: Zeca Pagodinho, Jovelina Pérola Negra, Mauro Diniz, Elaine Machado e o próprio Pedrinho da Flor. O músico passa a viver uma fase inspirada e fértil: torna-se presidente do Flor da Mina, sagrando-se campeão entre os blocos, arrebata por dois anos consecutivos sambas na Império da Tijuca (86 e 87), uma vez no Salgueiro (90) e emplaca várias obras nas paradas de sucesso nas vozes do Fundo de Quintal, Dhema, Dominguinhos do Estácio, Razão Brasileira, Leci Brandão, Zeca Pagodinho, Grupo Molejo, Almir Guineto, Grupo Raça, Karametade, Raça Negra e Dicró.

Pedrinho da Flor é um compositor que gosta de cantar seus sambas na avenida. Em 1991, cantou, pela primeira vez, um samba que não era de sua autoria: “Asa Branca”, pela Paraíso do Tuiuti, no Grupo A. Pedrinho é o atual presidente da Flor da Mina do Andaraí, que se transformou em escola de samba na década de 90. Em 1997, lançou o CD Tem que ser assim, com canções de sua autoria. Integrante da Ala de Compositores do Salgueiro, onde concorre anualmente no concurso de samba-enredo, foi bicampeão da disputa da Unidos de Padre Miguel, ganhando samba em 2013 e 2014.

Editar esta wiki

Não quer ver anúncios? Assine agora

API Calls