Existe uma nova versão disponível da Last.fm, sendo assim, para manter tudo funcionando perfeitamente, recarregue o site.

Biografia

  • Anos de atividade

    1977 – até o momento (40 anos)

  • Membros

Um dos mais tradicionais grupos de rock brasileiro em atividade, Os Paralamas do Sucesso começaram a tocar juntos no começo dos anos 80 em Brasília.

Conheceram-se no Rio de Janeiro em 1981 e, junto com Vital Dias, começaram a ensaiar. Quando finalmente conseguiram uma apresentação num festival universitário, o baterista Vital não compareceu. Preocupados com essa situação, os outros dois integrantes saíram atrás de um substituto e foram apresentados a João Barone por um amigo em comum. Barone tocou com eles nesse dia, e o trio nunca mais se separou.

Após mais alguns shows, cruzaram com Maurício Valladeres, que gostou do grupo e levou uma fita demo para a Rádio Fluminense. A música “Vital e Sua Moto” tornou-se uma das mais pedidas da rádio e eles assinaram com a EMI-Odeon.

O álbum de estréia, “Cinema Mudo”, chegou em 1983 e já trazia dois clássicos: “Química” (letra de Renato Russo) e “Cinema Mudo”. A repercussão foi muito positiva e o próximo trabalho foi lançado logo no ano seguinte. Intitulado “O Passo do Lui”, esse segundo disco fez enorme sucesso. Em 1985, tocaram na primeira edição do Rock in Rio e a essa altura, já eram famosos em todo o país.

O terceiro álbum, “Selvagem?” consolidou de vez a carreira da banda. As letras estavam mais sérias e as composições mais bem elaboradas. Músicas como “A Novidade” (letra de Gilberto Gil), “Alagados” e “Melô do Marinheiro”, somadas ao sucesso conquistado no Rock in Rio, no ano anterior, fizeram com que “Selvagem?” vendesse aproximadamente 600 mil cópias.

Esse fenômeno chamou a atenção de outros países. Em 1987, foram convidados para participar do Festival de Montreux, na Suíça, e registraram tudo no álbum “D”. No mesmo ano a coletânea “Paralamas do Sucesso” foi editada apenas na Europa.

Em 1988, foi lançado “Bora Bora”. O álbum não foi tão bem quanto os anteriores, mas mesmo assim “O Beco”, “Uns Dias” e “Quase um Segundo” tocaram exaustivamente nas rádios. Os Paralamas fecharam a década de 80 com “Big Bang”. Dois grandes clássicos, “Lanterna dos Afogados” e “Perplexo” garantiram a boa aceitação do público.

O primeiro trabalho dos anos 90 foi, na verdade, uma coletânea: “Arquivo”, que trazia ainda de bônus a inédita “Caleidoscópio”. O álbum inédito viria em 1991, com o nome de “Os Grãos”. Apesar da boa produção e dos ‘hits’ “Sábado” e “Trac-Trac”, esse disco não deu muito resultado.

Em 1992, Hebert Vianna lançou o solo “Ê Batumaré” e somente dois anos depois chegaria o novo dos Paralamas. Intitulado “Severino”, gravado e mixado na Inglaterra, com o produtor Phil Manzarena, o álbum foi o maior fracasso comercial da carreira do grupo. Os fãs definitivamente não gostavam de complicação e a banda estava cada vez mais “intelectual”.

Para recuperar o nome e o dinheiro perdido com “Severino”, lançaram em 1995, “Vamo Batê Lata”. Todos os grandes ‘hits’ da carreira da banda estavam no ‘track list’, sendo que alguns ganharam uma cara nova quando interpretados ao vivo.

O resultado foi muito melhor que o esperado e “Vamo Batê Lata” se aproximou de 1 milhão de cópias vendidas. Feitas as pazes com o público, gravaram “Nove Luas”, em 1996. Com composições simples e despreocupadas, esse álbum foi muito bem nas paradas, para alegria da banda.

Em 1997, em comemoração aos 15 anos de carreira da banda, a gravadora lançou “Pólvora”, uma caixa com os oito primeiros discos remasterizados no famosíssimo Abbey Road Studios. Ainda no mesmo ano, saiu o segundo solo de Vianna, “Santorini Blues”.

Com o bom desempenho de “Nove Luas”, havia uma certa ansiedade em relação ao que viria a seguir. Porém, o trio já havia reencontrado a “fórmula mágica” e “Hey Na Na”, de 1998, não decepcionou os fãs. Durante esses dois últimos trabalhos, os Paralamas fizeram diversos clipes e faturaram alguns prêmios da MTV. A emissora então convidou a banda para gravar um acústico e eis que, em 1999, o “Acústico MTV” chegou às lojas.

Tudo ia bem, até que uma triste notícia surpreendeu a todos: no dia 4 de fevereiro de 2001, Herbert Vianna sofreu um acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral sul do Rio de Janeiro. Sua mulher, a inglesa Lucy Needhan, de 36 anos, morreu no local e o cantor conseguiu sobreviver, apesar de ter sido internado em estado considerado gravíssimo.

Com o apoio da família e dos companheiros de banda, além da legião de fãs, o músico conseguiu se recuperar de forma surpreendente e, apesar de estar numa cadeira de rodas, continuou sua carreira com o Paralamas, lançando em 2002 o álbum “Longo Caminho”, mostrando que o título do álbum realmente indicava o futuro da banda.

“Uns Dias”, gravado ao vivo no Olympia, em São Paulo, em novembro de 2003, com participação de vários artistas, foi lançado em 2004, trazendo os grandes clássicos da banda.

“Hoje” é o álbum de inéditas, lançado em 2005, com participação de Manu Chao, Andreas Kisser (do Sepultura) e Nando Reis (ex-Titãs), entre outros. O disco levou o prêmio “Melhor Álbum de Rock Brasileiro” no Grammy Latino 2006, mostrando que os Paralamas continuam firmes e com muita energia para novos ‘hits’.

Editar esta wiki

Não quer ver os anúncios? Assine agora

Links externos

API Calls