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Biografia

De acordo com o Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira Mineiro e Manduzinho gravaram 5 discos 78 RPM em 1955 e 1956 e voltaram a gravar em 1974 e em 1980 pela Marcus Pereira e pela Eldorado, respectivamente.
No entanto, de acordo com a preciosa informação que me foi enviada pelo Radialista Maikel Monteiro de Curitiba-PR (ver logo abaixo nas referências), existiram na verdade "duas duplas" que adotaram os nomes de "Mineiro e Manduzinho", sendo que a primeira dupla foi a que gravou os 5 discos 78 RPM na RCA, enquanto que a segunda dupla gravou os LPs (remasterizados em CD) nas décadas de 1970 e 1980.
A primeira dupla Mineiro e Manduzinho surgiu por volta de 1954, tendo vencido um Festival da Rádio Record de São Paulo. O Mineiro era na verdade o compositor Alcindo Freire que compôs diversas músicas que foram gravadas por renomadas duplas caipiras tais como Vieira e Vieirinha e Zilo e Zalo.
O "nome de Batismo" de Manduzinho era Euclides Leite de Andrade, de acordo com informação enviada por e-mail pelo seu filho caçula Elieber Leite.
Mineiro e Manduzinho gravaram em 1955 seu primeiro disco 78 RPM pela RCA Victor, com a toada "Rosa Traiçoeira" (D. M. dos Santos - Teddy Vieira - Lauripe Pedroso) e a moda de viola "Preto de Alma Branca" (Lauripe Cardoso - Teddy Vieira). No mesmo ano, gravaram mais quatro discos 78 RPM também na RCA Victor (hoje BMG).
Um fato marcante na carreira artística da primeira dupla Mineiro e Manduzinho é que eles foram os primeiros a gravar músicas de Teddy Vieira, compositor do qual Mineiro e Manduzinho eram muito amigos. Foi Teddy Vieira que lançou a dupla e também assinou 8 das 10 músicas gravadas nos 5 discos de 78 rpm na RCA-Victor (hoje BMG) na década de 1950.
Foi inclusive a dupla Mineiro e Manduzinho a primeira a gravar o grande sucesso "João de Barro" ( Teddy Vieira - Muibo César Cury), o que se deu no ano de 1956 também na RCA Victor (e é dessa gravação o trecho musical que o Apreciador ouve ao acessar essa página).
Apesar da façanha histórica, a dupla Mineiro e Manduzinho não chegou a obter o merecido sucesso e passou praticamente despercebida, no entanto, o nome de Teddy Vieira ganhou projeção e foi imortalizado como excelente compositor.
De acordo com a inesquecível Revista Sertaneja Ano I - Nº. 4 de Julho/1958 - Página 47, "Depois de vencer 216 duplas de credenciados violeiros, num dos mais expressivos concursos de violeiros jamais realizados no Brasil, o do 4º Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo, Mineiro e Manduzinho assinaram compromisso com a Bandeirantes e a RCA Victor, onde lançaram uma bonita série de gravações, pautadas no mais puro estilo regionalista. O sucesso obtido pelas ondas da "mais popular emissora paulista" (…) consagrou a querida dupla como uma das mais perfeitas cultoras das nossas tradições sertanejas."

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