Reproduzindo via Spotify Reproduzindo via YouTube
Saltar para vídeo do YouTube

Carregando o player...

Scrobble do Spotify?

Conecte a conta do Spotify à conta da Last.fm e faça o scrobble de tudo o que você ouve, seja em qualquer app para Spotify, dispositivo ou plataforma.

Conectar ao Spotify

Descartar

Existe uma nova versão disponível da Last.fm, sendo assim, para manter tudo funcionando perfeitamente, recarregue o site.

Biografia

Marcos Perussolo conta que seu envolvimento com a música começou aos 12 anos, quando ele ganhou um vio­lão do seu pai, Wilson. “Eu tinha umas revistinhas de acor­des em casa, que tinham músicas sertanejas, que eu não gostava muito naquela época. Comecei a tocar e não can­tava, isso seguiu por um bom tempo. Quando eu tinha entre 15 e 16 anos, comecei em uma banda, a Mato Sem Cachor­ro, e a partir daí comecei a participar de mais bandas e há três anos, mais ou menos, eu estou cantando sozinho. Hoje eu tenho 22 anos e estou vivendo de música há pouco mais de seis meses, pois eu me dividia entre dar aulas de inglês e cantar.”

Ele conta que além de cantar e tocar violão, ele também compõe suas próprias músicas, toca baixo, guitarra, bateria. “Já compus várias músicas; inteiras acredito que umas 20, mas trechos acredito que umas 30. Eu começo a compor e não termino, ficam alguns pedaços soltos. Em geral falam sobre relacionamentos, momentos que eu passei na minha vida, procuro colocar coisas mais leves, são mais ‘good vi­bes’. É difícil escolher uma música preferida, mas acho que a Spread Love, do último CD que eu gravei, é a melhor”, diz.

O cantor já gravou um EP (extended play), com cinco mú­sicas, há três meses. Todas as músicas são autorais, que estão em todas as plataformas digitais – Spotify, Youtube, Deezer, Ap­ple Music e SoundCloud e o EP está à venda por R$ 5.

Rua XV de Novembro

Marcos revela que começou a tocar na Rua XV de No­vembro há um ano, em janeiro de 2018, por indicação de uma amiga. “Eu estava querendo fazer algo novo nesse âm­bito musical. Percebi que no primeiro dia que eu fui já pa­guei a despesa – pois nessa época eu morava em Campo Largo ainda e tinha que pagar gasolina e estacionamen­to – foi uma experiência bem positiva. Não só por causa do dinheiro, mas é uma experiência muito boa tocar na rua, algo diferente de qualquer coisa que possa fazer quando se é músico, pois você conhece muita gente, faz muito ne­tworking”, revela.

Isso abriu muitas portas ao jovem, pois a maioria dos bares que hoje ele tem oportunidade para tocar foram convi­tes que surgiram após pessoas o verem tocando na rua. Em Curitiba ele toca em vários bares e pubs, no Mercado Muni­cipal, Mercado da Cerveja, entre outros. Em Campo Largo ele toca na Malteria.

Entre os projetos para 2019 está gravar de forma inde­pendente músicas novas, em formato “voz e violão”, com músicas em português, já que a maioria é em inglês.

Histórias de músico

“Uma das histórias e momentos mais marcantes foi quando eu ainda estava na Mato Sem Cachorro, nós gra­vamos poucas músicas com essa banda, mas vivemos mo­mentos intensos. Nós tivemos oportunidade de abrir o show da banda CPM 22, em Balsa Nova. Com certeza esse foi o melhor show da minha vida, tinha muita gente. Parecia que quando eu estava perto de começar a tocar eu ia ter um ataque de tão nervoso”, relembra. “Quando eu subi no pal­co e ouvi o primeiro acorde da música ‘Mulher de Fases’ do Raimundos, foi mágico, passou todo o nervoso e só curti­mos o momento. Nós tocamos uns 10 covers e três auto­rais”, conta.

Editar esta wiki

Não quer ver anúncios? Atualize agora

Artistas parecidos

Atrações em destaque

API Calls