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Biografia

Quando Keith Emerson saiu do The Nice, Lee Jackson decidiu desligar seu baixo e começar a fazer músicas mais “simples”. Com isso em mente, ele se reuniu a alguns músicos que ele já conhecia por um tempo: Charlie Harcourt, Tommy Sloane e Mario Tapia. O resultado dessa união foi o primeiro disco do Jackson Heights, “King Progress”, no qual Jackson cantou e tocou violão. As faixas de destaque são “Mr. Screw” e uma versão de uma música antiga do Nice, “The Cry of Eugene”. O disco não vendeu muito. A banda começou a se desfazer e foi aí que o próximo recrutamento de Jackson começou.

Juntando-se a ele estavam John McBurnie e Brian Chatton, ambos multi-instrumentistas. Ele, no entanto, não recrutou um baterista. A banda era agora um trio com Jackson tocando baixo (parece familiar?). McBurnie ficou encarregado da maioria das letras com os três dividindo os vocais, e um segundo disco, “The Fifth Avenue Bus”, foi gravado com Mike Giles na bateria. Nesse ponto a banda fazia turnês como um trio, sem um baterista. Não há faixas extraordinárias nesse disco e novamente não houve sucesso comercial.

Então, a composição e gravação do álbum seguinte, com Brian Chatton agora contribuindo nas letras, começaram. O resultado, “Ragamuffins Fool”, foi facilmente seu melhor trabalho até aquele momento. Houve até mesmo um quase hit com “Maureen” e no geral, o disco soava como de uma banda que sabia o que estava fazendo. Novamente, a maior parte das linhas de bateria foi feita por Mike Giles. Eles fizeram turnê, novamente sem um baterista, e gravaram sua única “Radio One Session” de apoio para o disco. Estava ficando inevitável que ele não venderia.

Nesse momento, Lee Jackson estava ficando um pouco mais desiludido e pobre, ele estava usando seu próprio dinheiro para manter a banda. O plano da vez era gravar um “Concept Album”. O tema seria sobre as vidas das “garotas” que trabalhavam no teatro burlesco. Não saiu bem desse jeito, mas, tendo dois bateristas, Mike Giles e Ian Wallace, e uma orquestra de 20 instrumentos eles foram para o estúdio e gravaram “Bump ‘n’ Grind”. A máquina de publicidade começou a funcionar a todo vapor e o disco foi concebido com uma capa laminada metálica de luxo. Até a gravadora queria que esse fosse um grande lançamento! E adivinhe? O disco bombou.

Um grande problema em fazer shows desse disco era reproduzir os sons da orquestra. Jackson se aproximou de Patrick Moraz, mago dos teclados suíço, com a proposta de que ele se juntasse à banda. Moraz rejeitou a oferta mas pediu que Jackson considerasse formar uma banda com ele. Patrick tinha o acordo com a gravadora e outras finanças prontas. Devido a seu problemas financeiros, Jackson concordou e com Moraz e o ex-baterista do Nice, Brian “Blinkey” Davidson formou o Refugee.

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