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Biografia

O Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Império de Casa Verde é uma escola de samba da cidade de São Paulo fundada em 1994 por dissidentes do Unidos do Peruche.

Sendo uma das escolas de samba de mais veloz ascensão no Carnaval paulistano, conseguiu seu primeiro título no Grupo Especial, com apenas onze anos de fundação e a três no grupo principal.

No final do ano de 1993 alguns moradores e comerciantes da região da Casa Verde, liderados por Daílson "Caçapa" se organizaram para fundar uma nova escola de samba no bairro. A primeira reunião se deu na Associação Saldanha da Gama, sendo decidido que Francisco Plumari Júnior, o "Chico Ronda", empresário e contraventor ligado ao jogo do bicho e máquinas de caça-níquel, seria o presidente de honra e patrono da nova escola. O brasão e a bandeira foram projetados pelo carnavalesco Raul Diniz.

Após esta primeira reunião, as demais foram realizadas no Vasco da Gama, e posteriormente na Rua Ouro Grosso, na primeira sede da entidade, oficialmente fundada em 27 de fevereiro de 1994. Seu primeiro desfile foi em 1995, com Carlos Alberto de Souza como Presidente, onde o Império sagrou-se campeão. Seguiram-se mais dois títulos e um vice-campeonato nos anos seguintes, que conferiram à escola uma ascensão considerada "meteórica", chegando ao segundo grupo em 1999. Em 2002, com o vice campeonato do Grupo de Acesso, ascendeu à primeira divisão.

Em 2003, quando estreava no Grupo Especial, o Império de Casa Verde causou um forte impacto com seus tigres no abre-alas, considerados luxuosos para uma escola ainda estreante no grupo de elite de São Paulo. Num enredo que falava sobre o beato João de Camargo, a escola terminou em 11º lugar entre 14 agremiações, empatado em pontos com a Águia de Ouro (à época não haviam critérios desempates definidos no carnaval de São Paulo o que fez com que por exemplo, os carnavais de 1999, 2000 e 2001 tivessem dois campeões cada). Naquele ano cairiam 3 escolas (a meta da Liga era ter apenas 12 escolas no grupo especial em 2005), mas logo após o fim da apuração, o presidente da LigaSP, Robson de Oliveira, anunciou que, ao contrário do que previa o regulamento, não cairiam três escolas, mas sim apenas duas, uma vez que segundo ele seria injusto aplicar o critério para desempatar Império e Águia, o que gerou protestos por parte da Unidos do Peruche, última colocada, que desfilou após um incêndio que destruiu suas alegorias, poucos dias antes do desfile. À época, sua presidente alegou que não seria justo "rasgar o regulamento" para proteger algumas escolas e rebaixar outras. Após o carnaval, então, ficou resolvido que não haveria descenso e o Grupo Especial passaria a ter 16 escolas.

No decorrer de 2003, o patrono da Escola, Chico Ronda, foi assassinado. No samba escolhido para 2004, uma estrofe (antes do refrão do meio) dizia: "Mistério / Quem constrói não pode desfrutar / Tudo o que toca vira ouro / Mas morre sem poder aproveitar". Segundo Maurício Kubrusly, comentarista da Rede Globo na transmissão do Carnaval, seria uma referência ao patrono imperiano. Nesse ano a Império de Casa Verde surpreendeu com um enredo que fazia analogias entre a história de São Paulo e a Grécia Antiga, trazendo mais uma vez tigres considerados luxuosíssimos no abre-alas e conseguindo um expressivo terceiro lugar, terminando apenas a 0,5 ponto da Mocidade Alegre, campeã de 2004. No momento da apuração, a quadra da escola encontrava-se fechada, e o helicóptero da Rede Globo seguiu para lá de última hora. Ao chegar, encontrou alguns de seus dirigentes ainda abrindo a sede, pois era inesperado que a agremiação pudesse ser campeã naquele ano.

No carnaval de 2005, desfilou com um enredo que abordava o Brasil de uma ótica positiva como uma espécie de terra abençoada em meio a tantos problemas mundiais, consagrando o lema "Se Deus é por nós quem será contra nós, que seria utilizado em anos posteriores. O enredo fazia também uma homenagem ao seu fundador e patrono, falecido, e levou a escola ao seu primeiro campeonato do grupo principal.

Em 2006, fazendo uma homenagem à pecuária brasileira, o Império sagrou-se bicampeão.

Em 2007 tentou o seu tricampeonato, num enredo que abordava os grandes Impérios do mundo, com cinco tigres gigantes, um de cada cor, no Abre-alas, representando cinco grandes impérios da história mundial. Pela primeira vez, os comentaristas da transmissão do carnaval reconheceram que uma escola de São Paulo se igualava às cariocas em luxo e grandiosidade. Apesar do luxo e de ser apontada como favorita, naquele ano obteve apenas o quinto lugar.

Para o Carnaval de 2008, fechando os desfiles do Grupo Especial, o Império apresentou um enredo sobre a Música do Brasil, em especial a MPB, citada no título do enredo. Com notas baixas no quesito Evolução, obteve apenas nona colocação.

Em 2009, com a volta de Roberto Szaniecki, que desenvolveu junto com uma comissão, preparou um desfile sobre datas comemorativas, para falar ao final dos seus quinze anos de história. Já marcada pelo grande tamanho de suas alegorias, a escola desfilou com o último carro alegórico que media 55 metros de comprimento, sendo o maior carro alegórico ja visto no carnaval do Brasil. Naquele ano, no desfile das campeãs, a agremiação atrasou-se em dez minutos, e desfilou com faixas de protesto e narizes de palhaço, em repúdio às notas baixas que recebeu dos julgadores dos quesitos "alegorias", "bateria" e "fantasia", fato que deixou os componentes da agremiação revoltados. Em 2010 o Tigre levou um enredo sobre a cidade de Itu; contratando novamente o intérprete Carlos Júnior que estava no Vai-Vai e também o carnavalesco Marco Aurélio Ruffim que estava na Tom Maior. Já consolidada com a marca de carros gigantes, naquele ano, onde o enredo abordava uma cidade conhecida pelas piadas relativas à sua grandeza, esperava-se alegorias de proporções maiores. No entanto, devido ao estilo do carnavalesco, as alegorias não apresentaram o esperado grandiosismo. Notas baixas nos quesitos "enredo" e "alegorias", quesitos onde a agremiação era considerada forte, renderam-lhe apenas o sétimo lugar.

No desfile de 2011, a Império trouxe o enredo sobre a Cerveja, patrocinada pelo Grupo Schin. Com um samba animado, mas apresentando um visual bem abaixo dos anos anteriores, esteve próxima do rebaixamento na apuração.

Segunda a desfilar na primeira noite de carnaval em 2012, apresentou um enredo sobre a visão e a ótica. A apresentação da comissão de frente foi considerada confusa, e as alegorias, embora superiores ao ano anterior, eram de difícil compreensão. As notas baixas em fantasias (9 décimos perdidos) prejudicaram muito a situação da escola, que no dia da apuração terminou em 11º lugar. Naquele ano, Tiago Ciro Tadeu Faria, que era torcedor e estava com credencial do Império de Casa Verde, invadiu a área da apuração e rasgou as notas que ainda faltavam ser lidas sendo a Império a grande prejudicada em 2013 pois não recebeu a subvenção. Em 2013 contou com o grande Carnavalesco Alexandre Louzada que desenvolveu o enredo "Pra todo mal, a cura. Quem canta seus males espanta!". A escola foi duramente criticada no período de Pré-carnaval, sendo cogitada a ser rebaixada para o acesso, porém, no dia de seu desfile, se superou fazendo um grandioso desfile, voltando no desfile das campeãs.

Em 2014, abordou em seu carnaval as diversas formas de energia sustentável. O abre-alas dessa vez, contava com um enorme tigre mecânico. No ano seguinte, trouxe um carnavalesco estreante, Leonardo Catta Preta, em um desfile que abordava os grandes sonhadores do mundo inteiro, e foi considerado animado e colorido, diferente dos anos anteriores.

Em 2016, a agremiação levou para a avenida o enredo "O Império dos Mistérios" com alegorias luxuosas e fantasias muito coloridas a escola fez um espetáculo no sambódromo, com um carnaval assinado pelo carnavalesco Jorge Freitas a escola sagrou-se campeã. Em 2017 a agremiação de Casa Verde veio com um enredo sobre a paz e a união entre homens e o planeta Terra, além de falar sobre a chegada de um império de paz ao mundo, a escola falou sobre o equilíbrio entre o homem e as forças da natureza. Mesmo apostando em grandes carros alegóricos e fazendo um desfile correto sem muitos erros acabou ficando com o quarto lugar.

Para 2018 a escola da Zona Norte levou pra avenida o tema "O povo: a nobreza real" tendo como inspiração o filme "Os Miseráveis" e a novela "Que Rei Sou Eu?" usando o tema para falar sobre o caos político no Brasil. Fazendo um bom desfile a escola era cotada como uma das favoritas ao título, porém o favoritismo não se confirmou na apuração e a Império ficou com apenas a sexta colocação. Para o carnaval de 2019 a escola vai fazer uma homenagem aos 124 anos do cinema. A Império irá retratar em forma de samba toda evolução dos filmes de forma lúdica, rebobinando as linhas do tempo e revendo os filmes que marcaram época e encantaram gerações, contando a história a partir das primeiras gravações dos irmãos Lumiére, as mudanças tecnológicas e os contextos históricos que envolveram as produções cinematográficas e trazendo Flávio Campello, como seu novo carnavalesco e Mestre Marcão, recém saido do Salgueiro, como um dos mestres de bateria.

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