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“Flaming Tunes” é o único disco de Gareth Williams fora dos This Heat. Já teve outras vidas – uma, com uma capa diferente, da Blackest Ever Black em 2012, entretanto esgotada e vendida a preços exorbitantes. Editado originalmente em cassete (1985), nasce da sua colaboração com Mary Currie e é um disco tremendamente duro e apaixonado. A sua rudeza atribui-lhe um carácter de música de resquícios de várias casas dos anos 1980s. De tema para tema há uma imprevisibilidade que torna “Flaming Tunes” num álbum inclassificável e incaracterístico no campo das coisas inclassificáveis. O seu aparente minimalismo – e, por vezes, numa propositada pobreza – vive de excessos. Excessos e manias que fazem com que alguns temas viagem da paixão ao desespero em muito pouco tempo. O céu desaba frequentemente em “Flaming Tunes” e fá-lo com frontalidade. 35 anos depois, é fácil perceber o génio das várias tentativas falhadas – em ser algo mais, diferente – que existem nos temas de “Flaming Tunes”. O erro é, contudo, glorioso. Ao falhar – tantas e tantas vezes – a música ganha uma cor única. É natural e impossível de repetir. Um disco desesperadamente belo. Uma obra-prima.

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