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O Diabo Verde é um legítimo representante do hardcore nacional da cena independente carioca. A banda acaba de lançar seu segundo álbum “Veni, Vidi, Vici!” (em português: vim, vi, venci). O título faz menção a uma famosa frase supostamente proferida pelo general e cônsul romano Júlio César em 47 a.C. A capa do trabalho é assinada pelo internacionalmente conhecido artista gráfico Marcelo Vasco (Slayer, Machine Head e Soulfly).
O disco tem em seu conceito letras seguidas por frases e trechos com críticas à sociedade, mas ao mesmo tempo trazendo mensagens positivas e atitude (uma das características da banda), além de uma ótima carpintaria de composição, com linhas muito bem escritas, repletas de referências e questionamentos: “Não é esse país que eu quero deixar para os meus filhos quando a minha história terminar. Uma nação doente que com a mesma mão espanca professor e bate palma pra ladrão.”
São onze músicas sendo que algumas com participações especiais como Badauí (CPM 22) em “A Missão” e Rodrigo Lima (Dead Fish) em “Senhor do Destino”. Um trabalho que promete muito barulho no cenário independente com sonoridade influenciada pelo punk rock dos anos 70 e 90.

A banda Diabo Verde começou em 2010 e fizeram o primeiro show em outubro de 2012, um pouco antes do lançamento do seu disco de estreia, “Sincericídio”, lançado em dezembro desse mesmo ano.

De lá pra cá a banda vem conquistando fãs que curtem o estilo hardcore, excursionando pelos principais centros do país. Todos os integrantes já com certa bagagem na cena do rock e hardcore, mostrando muita personalidade e amor no que fazem. O que podemos esperar da Diabo Verde é uma grande diversão.

“Veni, Vidi, Vici!” estará disponível em todas as plataformas digitais de streaming a partir de 22 de setembro. Nesse mesmo dia, a banda lançará seu novo single com a música “Escravo da Liberdade”.

FICHA TÉCNICA:

Produzido por Elton Bozza e Diabo Verde
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Superfuzz entre agosto e setembro de 2015, RJ, Brasil
Gravado por Gabriel Arbex e Elton Bozza
Mixado e masterizado por Gabriel Zander
Edições digitais por Gabriel Arbex
Preparação vocal e assistência de estúdio por Fellipe Mesquita

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS:

Rhoodes Lima – narração em “Intro”
Vinícius Leal (The John Candy) – sintetizadores “Intro”
Badauí (CPM 22) – vocal em “A Missão”
Fabio Barreto (Serial Killer) – guitarra solo em “O Mal Não Pode Triunfar”
Rodrigo Lima (Dead Fish) – vocal em “Senhor do Destino”
Fellipe Mesquita (Filtra) – coro em “Velhos Hábitos Novivos”
Gabriel “Bil” Zander (Zander) – vocal em “Nada é Impossível de Mudar”
Marcus Iahn (Macacos me Mordam) – coro em “Nada é Impossível de Mudar”
Projeto gráfico : Marcelo Vasco
Fotos: Leandro Fernandez
Todas as músicas compostas por Diabo Verde, exceto “O Mal Não Pode Triunfar”, por Diabo Verde e Fabio Barreto e “O Prisioneiro” por Diabo Verde e Marcus Iahn.
Badauí é artista gentilmente cedido pela Universal Music Brasil.
“A Missão” inspirada livremente em “Il Più Grande Spettacolo Dopo Il Big Bang” de Jovanotti.

DIABO VERDE:
Paulinho Coruja – vocal e guitarra
Fellipe Madureira – guitarra
Bruno Baiano – bateira
Fabio Magoo – baixo

LINKS:
http://www.bandadiaboverde.com.br/
https://soundcloud.com/bandadiaboverde
https://www.youtube.com/c/bandadiaboverde
https://www.facebook.com/BandaDiaboVerde
https://www.instagram.com/bandadiaboverde/
https://twitter.com/bandadiaboverde

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