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Symbolic é o sexto álbum de estúdio da bande norte-americana de death metal Death, lançado em 21 de março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum foi remasterizado e relançado no dia 1 de Abril de 2008, com cinco faixas bônus. É o único álbum com Bobby Koelble na guitarra e Kelly Conlon no baixo, e o segundo e último álbum com o baterista Gene Hoglan. Nenhum videoclipe foi lançado para o álbum, mas a faixa "Empty Words" foi lançada como single. A banda Scariot fez um cover de Symbolic no seu álbum Momentum Shift, e a banda holandesa Epica fez um cover de Crystal Mountain, em seu single "Quietus (Silent Reverie)".
Como seus predecessores, o álbum é progressivo e tecnicamente avançado. Ele teve custos de produção mais elevados do que os álbuns anteriores, com uma perda de qualidade no som geral muito menor, perceptível ao ouvinte. É notável que o comprimento médio das músicas deste álbum é de cerca de cinco minutos, enquanto era cerca de quatro minutos nos álbuns "Human" (1991) e "Individual Thought Patterns" (1993), talvez devido ao tempo mais curto ser uma característica mais próxima do death metal tradicional. O gutural de Chuck Schuldiner também se tornou visivelmente mais agudo neste álbum (e se torna mais ainda no próximo, "The Sound of Perseverance" (1998), que culminou com o cover de Painkiller, do Judas Priest).
O álbum recebeu críticas em sua maioria positivas. Uma revisão da re-edição de 2008 na Record Collector deu ao álbum cinco estrelas de cinco na classificação, afirmando que o álbum foi "próximo do impecável, como o metal consegue ser, e um testamento para o único, talentoso e saudoso Schuldiner". O site Metal-Rules.com classificou-o como o 7º maior álbum de metal extremo e o 58º maior álbum de heavy metal de todos os tempos. Já Stephen Thomas Erlewine, do Allmusic, deu ao álbum três estrelas de cinco na classificação: "alguns dos riffs estão começando a soar um pouco cansativos e não há um grande salto a frente em termos de ideias musicais, mas a força visceral pura de seu som deve agradar seus fãs mais dedicados".

Track List
01 - Symbolic
02 - Zero Tolerance
03 - Empty Words
04 - Sacred Serenity
05 - 1,000 Eyes
06 - Without Judgement
07 - Crystal Mountain
08 - Misanthrope
09 - Perennial Quest

Faixas bônus da versão remasterizada de 2008
10 - Symbolic Acts (Symbolic demo, sem vocais)
11 - Zero Tolerance (demo instrumental)
12 - Crystal Mountain (demo instrumental)
13 - Misanthrope (demo instrumental)
14 - Symbolic Acts (Symbolic demo, com vocais)

Conteúdo lírico
"Symbolic" - Nesta canção, Chuck fala-nos de momentos perdidos, de felicidade ou de revelação, aos quais as pessoas não dão o devido valor na altura e os recordam com mágoa depois de perdidos, tornando-se simbólicos. É uma música sobre a vida e o crescimento.
"Zero Tolerance" - Aqui, Schuldiner fala da intolerância que ele dava a pessoas que fabricavam mentiras sobre ele próprio e sua carreira (sempre inspirado na sua má relação com algumas revistas de música, tema recorrente nas suas letras).
"Empty Words" - Como o título indica, esta música fala sobre promessas a cumprir (ocas, vazias) e falta de compromisso. Também fala sobre como as palavras por si só não têm veracidade, pois a verdade e a resposta não estão nas palavras ou escritos de alguém, muito menos nos de uma mente doutrinada, mas na sua própria compreensão sobre estes.
"Sacred Serenity" - Segundo o próprio Chuck, esta contém um tema interessante, pois fala de animais, e de como eles não têm consciência da vida como nós. Não têm preocupações e não vivem com medo de morrer, vivem na dita “serenidade sagrada”.
"1,000 Eyes" - Aqui, como o título dá a entender, fala-se da sociedade da informação, onde tudo se vigia e tudo se sabe. Foi inspirada no clássico romance distópico "1984", do autor britânico George Orwell, que mostra como um regime totalitário pode reprimir as pessoas e espioná-las com o "Big Brother".
"Without Judgement" - Nesta, fala-se de rumores (segundo o próprio Chuck), e de como a indústria da música está pronta a julgar tudo e todos.
"Crystal Mountain" - Aqui, Chuck fala-nos (nas suas palavras) de uma “montanha construída através de mentiras e ganância”. Como veio a explicar, esta montanha simboliza todos os tipos de religiões organizadas que criticam todos os que não partilham a sua ideologia.
"Misanthrope" - Fala sobre extraterrestres e sua possível visão sobre nós.
"Perennial Quest" - Nesta música, ele fala sobre a busca daquilo que todos nós buscamos, e que todos os homens buscaram desde o inicio dos tempos: a felicidade.

Integrantes
Chuck Schuldiner – vocal, guitarra
Bobby Koelble – guitarra
Gene Hoglan – bateria
Kelly Conlon – baixo

Músicos adicionais
Steve DiGiorgio – baixo (faixas 10–13 na remasterização de 2008)

Produção/gravação e design
Chuck Schuldiner – produção
Jim Morris – produção, engenharia
George Marino – masterização, remasterização
Patricia Mooney – design
René Miville – capa, fotografia

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