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Biografia

  • Data de nascimento

    21 Novembro 1965 (idade 52)

  • Local de nascimento

    Reykjavík, Höfuðborgarsvæðið, Islândia

Björk Guðmundsdóttir, ou simplesmente Björk, é uma influente cantora e compositora islandesa. Em 2010, foi agraciada com o Prêmio Nobel da Música em reconhecimento por suas "letras profundas, arranjos precisos e voz única". O seu trabalho tem sido aclamado universalmente pela crítica especializada. Björk tem sido descrita como uma das artistas mais influentes do final do século XX e início do século XXI.

Björk Guðmundsdóttir nasceu em Reykjavík, Islândia (21 de Novembro de 1965) em uma comunidade de artistas nos moldes hippies. Incentivada pelos pais a exercitar seus talentos logo cedo, com apenas 5 anos começa a ter aulas de canto em uma escola de música. Nela também aprende a tocar piano e flauta durante 10 anos.

Com um pouquinho mais de experiência e toda a inocência de uma menina de 12 anos, em 1977, canta na rádio da Islândia I Love To Love, o que lhe dá a oportunidade de gravar o seu primeiro disco com a ajuda do seu padrasto. Este primeiro lançamento, chamado Björk, antecipa o que virá depois na sua excelente carreira. Ganha um disco de platina e se torna conhecida por seu inovador estilo. Tem a oferta para gravar um segundo disco, mas ela não achava muito divertido que, sendo uma criança, outras crianças se aproximassem dela para beijá-la e admirá-la. Por isso rejeita a oferta e decide comprar um piano com o dinheiro que ganhou.

Cresceu e virou punk. Perambulava por Reykjavík com os cabelos vermelhos e sobrancelhas raspadas. Com o espírito de Sex Pistols, forma uma banda só de garotas, Spit and Snot. Toma as rédeas do grupo, e atrás da bateria se rebela. Mas depois de um tempo, os limites do punk se tornam uma lata e se aborrece até a morte. Decide fazer parte de uma banda pós-punk chamada Exodus. Uma fusão de jazz transbordado em um cassete e uma aparição na TV é o que resta deste grupo. Toda a energia adolescente e a inteligência incontida da terrível Björk a empurram a continuar com os grupos. JAM 80 é a banda que vem depois e embora não consiga ser lembrada pelo público, conseguem fazer uma turnê e pegar experiência. Continua experimentando. Qualquer som é importante em todo momento. Aos 15 anos, se forma na escola de música, sendo a única a ter continuado durante dez anos sem interrupção na Barnamúsíkskóli Reykjavíkur.

A próxima banda é puro punk pop. O nome vem de uma frase que o pai do baixista de Exodus costumava dizer e significa "Cork the bitch's ass", algo assim como "tampe o rabo da vagabunda". E dentro desse mesmo estilo irreverente, gravam dois discos, Bitid Fast I Vitid em 1981 e Miranda em 1983, aparecem em alguns filmes, e em um dos documentários mais famosos da Islândia, Rokk Í Reykjavík. Começam a tocar com outras bandas. É nesta época que Björk conhece Thorn-ór, e se apaixona por ele imediatamente. Mas não se esquece dos seus amigos. Personalidade definida, poesia e 17 anos se unem à criatividade de duas amigas, Björk e Didda, e se tatuam no braço esquerdo com a forma de uma runa de 100 anos de antiguidade. Como se não soubessem o que queriam, esta runa significa que nunca estariam perdidas… sempre iriam saber para onde se dirigem. Um tempo depois, Björk tatua uma estrela atrás da orelha -o símbolo que fez para KUKL. Isso é o que vem depois na agitada vida da genial Björk. Um projeto com um DJ Islandês que passeou por vários estilos. Uma espécie de dark-goth-hardcore-existential-punk-jazz, onde Björk põe toda a sua energia e começa a tomar forma o que hoje em dia é a essência da sua música. Dois discos com KUKL, The Eye em 1984 e Holidays in Europe (The Naughty Nought) em 1986 e muitas oportunidades para Björk se concentram nos anos 80. Termina um pequeno livro de poemas para ganhar um pouco de dinheiro do qual são publicadas 100 cópias e hoje em dia é um objeto de coleção.

Em 1985, descobre que está grávida e apesar de ser muito jovem e de ter ficado paralisada com a notificação do médico, decide se deixar levar por sua intuição feminina e ter seu bebê ao mesmo tempo que continua com KUKL. Com sua fabulosa barriga de sete meses, Björk se apresenta ao vivo na TV… Se sente orgulhosa com a sua imagem e não entende as críticas de certas pessoas que não respaldam a sua atitude. Como podem pensar que algo tão natural e bonito, seja feio? Até 1992 as coisas foram mudando com o grupo. Para evitar que KUKL passasse de intenso a insuportável, decidem desintegrar a banda. Mas esta fabulosa garota é uma máquina de música que ninguém pode parar. Grava algumas canções com um grupo que se chama The Elgar Sisters -inspirada no compositor inglês.

Em 8 de junho de 1986 traz ao mundo um maravilhoso menino. Sindri. Como outra das suas excentricidades, é um nome da mitologia nórdica que significa "quando dois corpos ardendo se encontram" e "brilho ao redor do sol". Junto com Thorn, compra um apartamento e se casam. Isso não causa grande revolução porque os islandeses costumam se casar muito jovens. Mas também não dura muito. Decidem se separar numa boa e continuar sendo amigos e companheiros de banda. Cheia de novas sensações, atua pela primeira vez em um filme, The Juniper Tree, uma história tormentosa que enche sua vida de conflitos. Nada que a original, criativa e dinâmica islandesa não pudesse administrar. As coisas vão tomando outro caminho para Björk. Começa a sair com Óskar Jónasson, enquanto Thorn decide viver com Magga Órnolfsdóttir, tecladista de Reptile, e que depois se torna tecladista da próxima banda de Björk, The Sugarcubes.

A sonoridade agridoce e exótica do Sugarcubes (que devia muito ao Cocteau Twins, de Liz Frasier) chamou logo a atenção do selo independente inglês, One Little Indian, que topou a esquisitice e bancou o primeiro single da galera, chamado "Birthday" em 1987. Era a primeira pop song islandesa de todos os tempos a fazer sucesso fora da ilha. O impacto foi fulminante nos modernos de plantão da época. As linhas de baixo e o timbre de guitarra davam o tempero alternativo que se esperava, mas, que vocalista era aquela? Sua voz ia do mais doce sussurro a rasgos de voz típicos das crooners americanas negras. Era Björk dizendo "oi, mundo". Mesmo que o Sugarcubes fosse uma democrática formação de rock, o foco das atenções passou a ser Björk mesmo com as performances burlescas de Einar, que muitos chamam de o equivalente islandês de Fred Schneider.

Os Sugarcubes bombardearam o mundo com mais singles, "Deus" e "Cold Sweat" e um disco, Life's Too Good (1988), que foi um sucesso de crítica e público, o que deu cacife à banda para fundar um projeto paralelo, um selo e editora, chamado Bad Taste Ltd, para publicar poesias e gravar outras bandas, islandesas ou não. No entanto, o segundo disco pela One Little Indian, Here Today, Tomorrow Next Week! (1989) teve uma recepção abaixo das expectativas geradas por seu antecessor. Com isso, o Sugarcubes iniciou um processo de fragmentação lento, saindo de cena aos poucos. Mas Björk permaneceu no foco. Em 1990 ela gravou um disco de jazz tradicional com um trio islandês chamado Gling-Gló e ressurgiu na mídia quando começou a colaborar com Graham Massey do projeto eletrônico inglês 808 State, o que resultou em duas participações em EX:EL, disco de 1991, além de algumas aparições em shows. Esta incursão no techno acabou influenciando o som do ainda ativo Sugarcubes em seu vindouro e último álbum Stick Around For Joy e na coletânea It's - It (1992), cheio de remixes esquisitos. No fim do ano o grupo acabaria de vez, com cada integrante indo para um lado.

A volta a Londres, trouxe novas emoções. A dança e uma carreira como solista despertam nela e abrem todas as possibilidades da sua imaginação. Passa um tempo em 808 State's e grava Ooops junto com um dos mais aclamados produtores da cena inglesa da época - Nellee Hooper - a alma por trás do Soul II Soul e do nascente Massive Attack. Todo o club e house music aparecem para juntar-se ao seu estilo.

Em 1993, lança seu primeiro single solo "Human Behaviour", que de novo contava com a produção de Nellee Hooper. Björk surpreende todo mundo quando consegue o terceiro lugar em vendas assim como os melhores lugares pelos singles Venus as a Boy e Big Time Sensuality. Com a colaboração de David Arnold, do filme Young Americans, Play Dead toca e toca no rádio de todo o Reino Unido. Ganha o International Female Solo Artist and Newcomer dos BRIT Awards. Este primeiro álbum é espetacular e logo ganha disco de ouro nos Estados Unidos e platina no Reino Unido. Com o bom resultado, a dupla trabalhou junta no primeiro disco solo de Björk, Debut (1993), emoldurado por uma comunhão rara de instrumentos acústicos isólitos (harpa, xilofone) com blipes e blops eletrônicos, ajudando a dar vida ao sotaque anglo-islandês proposital que a moça dava às suas canções. Com a inclusão de "Play Dead", na trilha sonora de The Young Americans e de "Venus As A Boy" na de O Profissional, Debut vendeu mais de 2,5 milhões de cópias ao redor do mundo e tornou a figura de Björk uma das mais carimbadas presenças nas rodinhas intelectuais e nas festinhas esquisitas da bolota azul e branca…

A moça passou o ano de 1994 colaborando com um mundo de artistas dos mais variados estilos, de Madonna aos Beastie Boys. Vários remixes de suas músicas foram cometidos por várias pessoas, sendo que o de Grahan Massey para "Big Time Sensuality"a transformou num sucesso entre os clubbers. Mas Björk estava tramando mais do que se podia supor. Uma nova música, "Army Of Me" foi lançada como single em abril de 1995 que estréia em 10º lugar no Reino Unido e se torna o favorito do rock alternativo dos Estados Unidos. Esta é outra parceria com Graham Massey, a música trazia uma letra cavernosa, cheia de revolta e pontuada por riffs estranhos de teclados e bateria pesadona e marcada. Logo a música foi incluída na trilha sonora da (péssima) adaptação cinematográfica da quadrinhesca Tank Girl, sendo depois escolhida para abrir Post (1995), seu segundo disco. A produção novamente coube a Nellee Hooper mas dessa vez a presença de Tricky deu um tom sombrio a tudo. Tanto que o sujeito teve um caso com ela, que colaborou em seu disco Nearly God. Mais experimentais que as de seu antecessor, as músicas aqui assumiram formas indefinidas, indo do peso ao sopro em segundos. "Cover Me", por exemplo, foi gravada numa caverna. No natal de 1995 veio ao mundo a primeira amostra do talento de Björk nos videoclipes. A computação gráfica de "Isobel" deixou todos de queixo caído. A música já trazia o arranjo de cordas do brasileiro Eumir Deodato. Além disso a encenação do clipe de "It's Oh So Quiet" emulava um antigo musical da Metro, com a moça cantando desesperada pelas ruas, numa performance extremamente legal. A música oscilava entre o sussurro (literalmente) para o berro (também literalmente) e trazia a presença das cordas clássicas do Brodsky Quartet e a percussionista Evelyn Glennie. Tudo isso contribuiu para a conquista em 1996 do prêmio de Melhor Artista Feminina Internacional no Brit Music Awards.

Pisou fundo na eletrônica no ano seguinte e fez Telegram (1997) um disco absolutamente novo. O projeto inicial era refazer algumas canções de Post, regravando a voz e alguns instrumentos, sob a batuta da dupla de produtores Dilinja and Dobie, ainda contando com a ajuda do mesmo Brodsky Quartet das gravações originais de dois anos antes. Uma carta-bomba enviada para sua residência quase parou a carreira de Björk, mas ela continuou trabalhando durante o ano de 1997. Em setembro lançaria mais um disco, este de material inédito, Homogenic. O álbum refletia suas experiências nos doze meses anteriores. A menina agora era uma mulher, mais velha, mais madura, mais sábia. E com mais raiva de algumas coisas. A música ia pelo mesmo caminho mais escuro, deixando as melodias ensolaradas do passado para trás. Composições como "Hunter", "Jóga", "Pluto" e a maravilhosa "5 Years" mostram tal amadurecimento, inclusive nas habilidades maiores de Björk, a composição e o canto, acrescentando a função de produtora. Muitos remixes foram feitos, mas em termos de material inédito, "Homogenic" foi seu último disco até a virada do milênio.

Ela surgiria novamente em 2000, estrelando um musical. Sua "tara" por musicais nunca foi segredo, mas sua presença em Dançando no Escuro (Dancer in the Dark), do dinamarquês Lars Von Trier, confirma a queda da moça por esquisitices. Egresso do movimento cultural Dogma 95, Von Trier fez uma espécie de anti-musical, ao retratar as agruras de uma imigrante tcheca com cegueira progressiva nos cafundós operários dos Estados Unidos. Sua atuação valeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes, algo inimaginável até então, pois esta era sua primeira atuação como atriz. A trilha do musical, chamada Selmasongs (2000), foi aclamada como um triunfo por transportar o clima do filme para o terreno da música. Em meio a cordas, metais, beats caóticos e vocais celestiais, a trilha ainda contava com a participação de Thom Yorke e revelou uma belíssima faixa em "I've Seen It All" que chegou a ser indicada ao Oscar como Melhor canção Original (2001).

Um ano depois, lança um novo disco. Vespertine sugere um retorno ao passado e, por tabela, à alegria. Só que vistas por alguém que já não é a mesma pessoa. Evolução e recordação se confrontam em meio aos elementos da estética björkiana, ou seja, cordas, batidas eletrônicas cortantes, instrumentos acústicos inesperados e os vocais ora rasgados, ora sussurrados. Músicas como "Pagan Poetry"e "Hidden Place" dão o tom do disco.

No período compreendido entre 2002 e 2003, dedicou-se as recompilações para comemorar seus 10 anos de carreira solo.

Em 2002, lançou uma coletânea de suas melhores canções chamada Greatest Hits, cujo repertório foi escolhido pelos fãs em uma votação no seu site oficial e lança também um box intitulado Family Tree com 6 CDs que mostra a sua evolução musical até os dias de hoje.

Em 2003, atendendo ao pedido dos fãs Björk edita o Live Box. São 4 CDs e um DVD com suas melhores canções ao vivo realizadas em diversos países e na televisão.

Em 2004, mais uma vez inova o cenário musical em lançar o álbum "Medúlla", cuja sonoridade quase que por completo composta por sons humanos, produzidos com batidas de boca e vocais, remixados eletronicamente para se tornarem "audíveis". Isso tornou o álbum "difícil" de se ouvir, mas mostrou o quão alto a criatividade de Björk pode chegar. Devido à dificuldade de se fazer performances ao vivo, Medúlla não teve tour de divulgação.

Cantando o primeiro single do disco, "Oceania", Björk participou da cerimônia das olimpíadas de Atenas, suspensa por cabos e trajando um vestido que cobria o campo do estádio.

Em 2007, retorna ao cenário musical com o CD Volta, que teve como singles "Earth Intruders", "Innocence", "Declare Independece, "Wanderlust" e "The Dull Flame of Desire", Declare Independence é uma música muito "revoltada" digamos assim, na qual defende a libertação de territórios e povos sob domínio de outros países e incentiva os movimentos de independência. Por conta desta canção, a China intensificou a limitação sobre quais artistas poderiam cantar no país, pois, durante uma apresentação sua no país, gritou "Tibet, Tibet" no meio de "Declare Independence".

Lançado em 11 de outubro de 2011 pela Universal Music, Biophilia é o primeiro "álbum de estúdio no formato de aplicativo" no mundo, em colaboração com a Apple. O álbum contém gêneros musicais como música eletrônica, música minimalista, ethereal wave, e música experimental, e foi realizado em um iPad, oferecendo uma série de aplicativos para este. Björk descreveu o projeto como uma coleção que engloba música, aplicativos, internet, instalações e apresentações ao vivo.
Musicalmente, o álbum é estruturado como uma espécie de ópera instrumental etérea. Cada faixa descreve um tipo de fenômenos naturais e cósmicas. O título é uma representação geral do senso de conexão com a natureza e outras formas de vida de carácter inato e produto evolucionário da seleção natural. Durante seu desenvolvimento, Björk cantou as canções do álbum ao vivo no Festival Internacional de Manchester, para ver a aprovação do projeto musical. O álbum obteve resenhas positivas de críticos contemporâneos, o chamando de "hipnótico", "propositalmente estranho", "íntimo, festivo e bonito", e "um dos melhores discos de Björk". David Frickie, da Rolling Stone comparou o conceito experimental do álbum The Marble Index (1969), da sua "assombrada irmã", a cantora alemã Nico.

Comercialmente, o álbum debutou na posição vinte e sete na Billboard 200, e na primeira posição na Billboard Dance/Electronic Albums. No Reino Unido, Biophilia debutou no número vinte e um, o primeiro álbum de Björk a não entrar nas primeiras dez posições. Cinco singles (nem todos "não-promocional") foram lançados para o álbum. "Crystalline" o primeiro single, foi lançado em 27 de Junho de 2011, e alcançou o a posição 29 nas paradas independentes do Reino Unido. Os próximos singles, "Cosmogony", "Virus" e "Moon" foram apenas distribuídos digitalmente no iPad e iPhone enquanto um vídeo de "Mutual Core" pegou todos de surpresa (pois todos - ou quase - achavam que Biophilia tinha acabado) sendo lançado no fim do ano 2012.

E exatamente no mesmo ano do vídeo, Björk lança um "the remixes" do Biophilia para "completar" a energia que o Biophilia tinha para oferecer, chamado Bastards. É o terceiro álbum de remixes lançado pela cantora, em 19 de novembro de 2012. Fazem parte do álbum remixes de algumas faixas de seu sétimo álbum de estúdio citado logo pouco acima. Todos os remixes foram previamente lançados na The Crystalline Series ou na Biophilia Remix Series e foram masterizados por Mandy Parnell.

Apesar de todas as faixas terem sido liberadas, Björk disse em uma declaração à imprensa ter sentido "que é importante reunir a essência dos remixes, assim, escolhi um quarto deles para um CD para as pessoas que não são, talvez, demasiado downloaders, ousadas ou não têm o tempo ou energia para participar nos rituais de caçadores-coletores da internet" e que "não é necessariamente uma compilação best-of, mas mais um álbum". A capa é uma espécie de "strata" adaptada do vídeo da música Mutual Core, dirigido por Andrew Thomas Huang, formando o rosto de Björk.

Em 13 de Janeiro de 2015, Björk anunciou que seu nono álbum de estúdio, Vulnicura, será lançado em Março. O álbum contou com produção do venezuelano Arca e do inglês The Haxan Cloak. Em 17 de janeiro, todas as músicas foram disponibilizadas ilegalmente na internet, tendo seu lançamento antecipado para o dia 20 de janeiro de 2015, quando o álbum foi disponibilizado para venda no iTunes.

Björk começou a trabalhar no Utopia logo depois de lançar o Vulnicura em 2015. Ao ganhar o prêmio de Melhor Artista Feminina Internacional no Brit Awards de 2016, Björk não apareceu enquanto estava ocupada registrando seu novo álbum. Em uma entrevista publicada em março de 2016, Björk comparou o álbum ao "paraíso" em oposição ao Vulnicura sendo "inferno … como divórcio". Falando a Fader em março de 2017, o cineasta e colaborador Andrew Thomas Huang disse que estava envolvido com Björk em seu novo álbum, afirmando que "um pouco disso" já havia sido escrito e que o "novo álbum vai ser realmente futuro - De acordo, de uma forma esperançosa que eu acho que é necessária agora mesmo."

Utopia foi anunciado via mídia social em 2 de agosto de 2017 com uma nota escrita à mão de Björk. O anúncio coincidiu com a capa da Dazed outono 2017 com a Björk fotografada pelo artista e amigo Jesse Kanda, que incluiu também o anúncio de poucos títulos de músicas. O single principal, "The Gate", foi anunciado no dia 12 de setembro para um lançamento digital na semana seguinte, mas recebeu um lançamento surpresa de meia-noite em 15 de setembro. No mesmo dia do lançamento do single, Björk anunciou o título do álbum, Utopia, durante uma entrevista com Nowness, afirmando que ela tinha "mil sugestões de nome" e "não conseguiu pensar em nada melhor", mas estava aberto para mudar. A data de lançamento de 24 de novembro e a arte da capa foram reveladas no dia seguinte. Jesse Kanda, colaborador frequente e diretor do vídeo musical "Mouth Mantra" de Björk em 2015 projetou a capa, que incorporou uma máscara de silicone projetada pelo colaborador freqüente James Merry.

Em 15 de novembro de 2017, o segundo single do Utopia, "Blissing Me", foi lançado apenas como download digital, acompanhado de um vídeo musical, dirigido por Tim Walker e Emma Dalzell, que foi lançado no dia seguinte.

O álbum foi lançado em 24 de novembro de 2017, com aqueles que compraram o álbum recebendo cryptocurrency sob a forma de 100 audiocoins (com um valor de cerca de US $ 0,19), através de uma parceria com o bloqueio britânico blocklock Blockpool.

Ao promover o Utopia, Björk revelou que planeja trabalhar em uma versão ao vivo do álbum a partir da primavera de 2018. "Havia muitas coisas de flauta que não explorei completamente", disse ela, "como mais solistas e tipos misteriosos de flauta jogando", e acrescentou: "Temos algumas canções de flauta adicionais e alguns tipos diferentes de ângulos".

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