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Lyrics

a minha cabeça estremece com todo o esquecimento...
e procuro dizer como tudo é outra coisa.

era bom que pudéssemos fazer as pazes já chega de fases,
não adianta eu ir embora nos teus passos e mesmo que tu ultrapasses existirá um antes,
bazamos ou ficamos a ver a calvice levar-nos até lá,
talvez te veja depois quando formos mais dois para dividir o que fomos,
eu escrevo porque gosto de haver encostos a darem me o papel de escravo,
no mesmo papel que escrevo o momento em que começamos
e assim que acordo eu já tenho acordes no piano, numa sétima maior até me senti melhor,
uns já não me dão, outros não se dão ao esforço por serem a condição daquilo que eu não mostro.
meu querido mês de Agosto eu queria ser preguiçoso e ter o mesmo que os outros sem perder o que eu gosto,
estranha forma de vida que me ensina a ser a cruel,
o meu espaço no teu sofá enquanto vês a novela,
é o castigo de ser correcto comigo, de não me ver como amigo do teu umbigo enquanto brigo sozinho,
talvez ninguém tenha a culpa, desculpa a minha ausência, às vezes não sabemos onde erramos com clareza e nos braços onde deixamos franqueza,
tenho a cama que nos teve e que nos amou com certeza, tenso.

Lyrics continue below...

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dias cinzentos, ao tempo que tu não me agradas, porque te passas?
eu continuo no nada, um livro sem capítulos, uma página sem riscos, onde se foi apagando tudo o que foi nela escrito,
tenho um cupido com quem partilho um abrigo, seria um lar doce lar, se eu fosse capaz disso,
vou vivendo com isso, não me oponho a isso. farto de mim eu digo que tou farto disto,
insisto, resisto, respiro e o fumo leva-me para outro sitio, para outra rota e eu fico fora de órbita,
longe da atenção de tudo aquilo que me estorva, como o palhaço que não sabe se ri se chora,
certos momentos eu nem sei se fique ou corra daqui para fora, embora haja o que prenda,
os meus pés ao chão ainda que nele haja uma fenda,
e reza a lenda que o que dura perdura, tanto bate que fura que o tempo tudo cura,
mas o céu abriu-se e passou a luz escura e nós ficamos juntos de mão dada a ver o sol

és silêncio que tudo fala,
dia que não se acaba,
sorriso que me limpava o mau tempo daqui,
mas agora a chuva não pára e a noite é outra etapa,
queria ter-te numa almofada e saber que não te perdi

antes de ti não sabia sequer a beleza de medo,
procurei dizer te como tudo é outra coisa ao mesmo tempo,
deixei te estar, deixei de ouvir os que mais amava, para te ver a ti ao meu lado na nossa cama improvisada,
como o nosso amor durante a madrugada, na casa que destabiliza, segura por uma fachada,
não digas nada, ouvi o que não foi preciso, senti-vi o que foi preciso e só preciso de estar no meu sítio,
é só isso, seguimos para uma diferente página, imaginando o que o brilho dos teus olhos lacrimava,
por veres quem tens ao lado e debaixo da almofada,
pela casa deixas cheiros como à lua que te dava,
o que os meus ouvidos ouvem, será que é mentira?
porque o coração não sente o que quer que a tua boca diga,
é a verdade que me faz correr atrás do que senti, deixar tudo por aqui, inclusive a ti,
penso estar de partida, o destino tem me em não percebi, não te decides, então que a vida decida por si,
antes de ti não havias tu, és o que significa, és o suficiente para me explicar tudo o que me explica...

não vejas isto como um resumo, nem tudo o que acaba se apaga,
tou feliz por hoje seres tudo, só te faltar este nada,
comigo foste a luz do dia, da noite e da madrugada,
junto atravessamos o oceano e morremos numa poça de água,
não sei o que se passa, a comida não me sabe a nada,
a cabeça não pára e o corpo gela por mais roupa que traga,
não chores, pára, o rato às cores perde o encanto,
na vida ou em fotos, ficamos bem a preto e branco,
cobri-te de pétalas, fiz te caminhos de velas,
e dei te ramos, punhas laca para as flores serem eternas,
desde aí Cinderelas, noites de sonho, o feitiço acaba,
de manhã perdi um sapato e fomos descalças para casa,
longe de ti, sem conseguir tar preso a ninguém,
só tu sabes quando eu tou mal, só eu sei que te quero bem...
desculpa o silêncio, mas as lágrimas atrapalham enquanto escrevo,
voltando ao mesmo, eu odiar me por te amar ao mesmo tempo,
vejo te em sonhos e não é contigo que adormeço e penso,
será que foste a mulher da minha vida?
e com tantas que dormia e tu ficaste como amiga,
quem sabe se era verdade aquilo que eu te prometia,
quem sabe se foi genética que nos fez ter esta química,
quem sabe se no futuro acabamos juntos um dia, quem sabe?
porque se eu soubesse, eu nunca te mentia

és silêncio que tudo fala,
dia que não se acaba,
sorriso que me limpava o mau tempo daqui,
mas agora a chuva não pára e a noite é outra etapa,
queria ter-te numa almofada e saber que não te perdi

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