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Tendo em mãos um dos melhores lançamentos de 2009, Help – que não é uma releitura clássica dos Beatles – tive a “esperteza” de procurar o tal mapa que me desse a pista desse tesouro chamado Thee Oh Sees.

Quem faz esse barco andar é Jonh Dwyer, que é uma espécie de Jack White do underground. Ele começou a carregar uma legião de seguidores após formar The Coachwhips, que fazia um garage rock flertado com o punk noise. O projeto não durou mais do que meia década, e ele não deixou a peteca cair, formando a OCS (hoje, Thee Oh Sees).

E com isso, tivemos uma recheada coletânea de discos psico-rock-garageiros-do-espaço sideral. Sim, Thee Oh Sees não pode ser rotulado como apenas um grupo de rock alternativo. Eles vão além de suas próprias influências ou até a sua própria proposta. Se eles agradaram com a fórmula em The Master's Bedroom is Worth Spending a Night In no ano passado, então em Help, lançado este ano, eles estão dando um passo à frente em sua coletividade musical.

Help traz em sua capa uma arte bizarra, com um morcego roxo e um arco-íris, já dando a pista do que virá a acontecer após ser dado o play no aparelho. Já começa à toda pressão, com a alucinante “Enemy Destruct”, que traz uma espécie de Beatles com Sex Pistols. Help dança, bate cabeça, rodopia e continua a correr. Faixa por faixa, a rotação é contínua, e os vocais cheios de reverb, parecem ditar uma festa americana promovida por Joey Ramone no céu (?). Em “The Turn Around” - cheia de distorção - uma guitarra à la White Stripes, é acompanhada por uma batida de marcha, bem ao estilo bandinha de colégio. E isso é apenas a evolução da arte. Ou seja, Help não é para resenha, não mesmo. Ele é para audição apenas. E sim, só para os ouvidos “espertos”.

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