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Filho do produtor fonográfico João Araújo, e da dona-de-casa Maria Lúcia Araújo, o carioca Agenor de Miranda Araújo Neto, ou Cazuza, (Rio de Janeiro, Brasil, 4 de abril de 1958 - Rio de Janeiro, Brasil, 7 de julho de 1990) sempre teve contato com a música.

Influenciado desde pequeno pelos fortes valores da música brasileira, seu gosto musical ia de Cartola e Dolores Duran a Rolling Stones e Beatles. Começou a escrever letras e poemas por volta de 1965.

Cazuza entrou na Universidade em 1978, mas abandonou o curso de jornalismo três semanas depois, para trabalhar com seu pai na Som Livre.

Em 1980 ele retornou ao Rio de Janeiro, onde trabalhou com o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone. Lá, foi observado pelo então novato cantor/compositor Léo Jaime que o apresentou a uma banda de rock que procurava por um vocalista, o Barão Vermelho.

O sucesso da banda só viria em 1984, com o lançamento de "Maior Abandonado", que contava com a música "Bete Balanço", trilha do filme homônimo e grande sucesso de bilheterias. Destaque também para "Maior Abandonado" e "Por Que a Gente é Assim?".
Em 1985, Cazuza se apresentou duas vezes no Rock in Rio com o Barão Vermelho (nos dias 15 e 20 de janeiro). Porém, apesar do sucesso dos shows e da banda, ele deixou o Barão para seguir carreira solo.

Em sua carreira solo gravou 5 discos: Exagerado (1985), Só se for a 2 (1987), Ideologia (1988), O tempo não pára (1988) e Burguesia (1989). Em apenas 8 anos de carreira, Cazuza nos deixou 222 músicas gravadas, mais 60 inéditas, 34 para outros ínterpretes.

Gravou sua última música ainda no hospital e depois tocou-a no seu ultimo show, em uma cadeira de rodas. Depois de muita luta e de ser a primeira pessoa pública no Brasil a assumir sua sexualidade como portador do vírus da Aids, Cazuza faleceu por complicações causadas pelo HIV deixando um legado imensurável para o rock brasileiro.

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