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Biografia

Surgido há cerca de sete anos, em um clube de Nova York, o grupo Brazilian Girls está entre os novos nomes da música na cidade que começam a ganhar destaque desde 2005.

O quarteto, que na realidade não conta com nenhum brasileiro e tem apenas uma mulher na formação, a cantora italiana Sabina Sciubba. Além de Sciubba, fazem parte da banda o tecladista argentino Didi Gutman e os norte-americanos Jesse Murphy, no baixo, e Aaron Johnston, na bateria.

"Aqui há um bar chamado Nublu, que foi onde começamos tocando juntos em jams", relembra Gutman, sobre o início da banda. "Eu comecei fazendo sets com um laptop e outros músicos começaram a aparecer para tocar. Sabina cantava uma, duas, três canções. Tocamos com Jesse e Aaron três vezes e vimos que havia uma química, o que levou ao começo do grupo".

O nome da banda, que a princípio pode levar a pensar em garotas tocando música brasileira, não tem um significado específico, de acordo com o músico.

"Mesmo para nós a escolha do nome é um mistério", diz. "Tinhamos várias opções que iam surgindo de brincadeira. Em 2003, gravamos um EP independente e como queríamos lançá-lo rapidamente, tivemos que escolher uma delas rápido, então ficou Brazilian Girls… mas gostamos do nome ser 'enganador', passar uma idéia diferente daquilo que somos".

"Como tocávamos (no clube) por diversão, valia tudo", diz o músico sobre os diferentes ritmos que fazem parte do som do grupo. "Não temos um conceito de marketing para adicionar determinado estilo".

A referência ao Brasil vai além do nome do grupo, e aparece também na influência da música brasileira, especialmente a bossa nova e artistas como Chico Buarque, João Gilberto, Lenine, Novos Baianos e Joyce.

"A lista não acaba nunca", conta o tecladista, que tocou no segundo disco da cantora brasileira Bebel Gilberto, lançado no ano passado. "Todo mundo na banda gosta de música brasileira. Eu sempre gostei porque, quando era criança, ia ao Brasil nas férias e comprava discos. Essa música que se escuta na infância marca profundamente".

Outra característica da banda é o poliglotismo da vocalista Sabina Sciubba, que canta em cinco línguas: inglês, espanhol, francês, alemão e italiano, essa última ausente do CD. Apesar de também falar português, ainda não há planos de gravar uma música própria na língua, já que a vocalista –que também faz letras– não se sente segura o suficiente para compor em português.

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