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O ano de 2004 foi o ano que se consolidou no Recife um novo cenário da música pernambucana. Uma música livre de rótulos ou presa às raízes da cultura local, urbana, contemporânea, que conquistou público e espaço na imprensa. Bandas com criatividade, qualidade, personalidade e sonoridades distintas. No meio dessa efervecência de novas bandas, Parafusa lançou seu primeiro álbum. Depois da experiência com o demo “Não ria de mim” (2002), os quatro músicos partiram para a produção de seu primeiro CD, depois de dois anos compondo, ensaiando e tocando novas músicas.

Em “Meio-dia na Rua da Harmonia”, Parafusa abre o leque e descarrega suas influências da música popular brasileira com a formação progressiva dos anos 70. Guitarra, baixo, órgão e bateria é a base para todas as canções. O som é rock, pop com melodias pra sair cantando na rua e harmonias para serem tocadas em violões e guitarras por aí afora. Referências musicais como Mutantes, Ave Sangria, Secos e Molhados, King Crimson, Jethro Tull, Beatles, Beach Boys, Ben Folds Five, Chico Buarque, Cartola, Os saltimbancos, A arca de Noé 1 e 2, são constantes e eternas na formação dos quatro músicos.

O disco é composto de 12 canções distintas mas com a personalidade e as características que criaram a identidade da banda. Os arranjos são diversificados, tentando evitar a linearidade e a uniformidade.

O CD foi produzido pela própria banda e gravado no estúdio Sala 7 (na escola de música CEMA), onde ensaiam desde o início da banda. Lá, tiveram liberdade e tempo de criar os arranjos e gravar experimentando timbres e diferentes microfonações. A mixagem e masterização ficaram por conta de Leo D. e William P., sócios do Mr.Mouse estúdio, produtores responsáveis por boa parte da nova safra de bons discos produzidos na cidade.

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