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  • Novo Cartaz de Anuncio;

    26 Dec 2010, 23:49 by TheRefractory

  • 10 anos de Hybrid Theory!

    24 Oct 2010, 22:31 by rafaoskacg

    Linkin Park | | |

    Muita ambição e alguma esperança: dez anos de Hybrid Theory

    Até exatos dez anos atrás, seis rapazes de 20 e poucos anos apenas sonhavam que viriam a se tornar uma das maiores bandas de rock da história.
    Não, eles não achavam que influenciariam gerações seguintes, nem que não seriam os queridinhos da crítica. Sabiam que tinham talento, sim, e apostaram nele. E apesar disso, dez anos depois, influenciam praticamente uma geração inteira com suas músicas que falavam de problemas reais. e de temas que ainda são atuais. Estamos falando do Linkin Park e de seu primeiro álbum, Hybrid Theory (foto abaixo).



    Hybrid Theory (em português: Teoria Híbrida), chamado ''carinhosamente pelos fãs, apenas como: ''HT'', é o álbum de estreia do Linkin Park, sendo o mais vendido da banda até o momento, cerca de 26 milhões de cópias pelo mundo inteiro, sendo disco de diamante nos Estados Unidos (equivalente à 10 milhões de cópias vendidas somente neste país). Este álbum está na lista dos: ''200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame''



    Considerado o ''8° Album mais Popular da História'' e ''O Album de Rock Mais Vendido da Década'' o disco foi lançado dia 24 de outubro de 2000, nos Estados Unidos, com um lançamento discreto e sem grandes esforços de divulgação por parte da gravadora.
    Naquela época eles já estavam fazendo turnês em lugares pequenos sem grande reconhecimento, mas bastaram alguns meses para a banda estourar, vender feito água e lotar shows pelo mundo. E tudo isso por causa das músicas do Hybrid Theory.



    Embora tenha sido lançado em 2000, e ter um single – One Step Closer, que mais tarde virou hino de uma geração -, o álbum só estourou em meados de 2001, quando a banda lançou Crawling, música que os levou ao topo de inúmeras paradas pelo mundo, e ao Ozzfest, festival promovido por Ozzy Osbourne, junto com várias bandas famosas da época que atualmente nem são mais lembradas. Nesta época foi lançado o single “In The End”; a música chegou ao segundo lugar do Hot 100 da Billboard e foi uma das mais tocadas daquele ano, inclusive no Brasil, onde o single morou no topo das rádios e paradas de clipes. Foi por causa de In The End que muitos de nós estamos aqui agora, e seguimos a banda no lançamento de Papercut e Points of Authority.



    Dez anos se passaram, a banda cresceu, e muita coisa mudou desde aquele 24 de outubro. Alguns reclamam que o Linkin Park mudou e deixou o new metal de lado, mas depois de uma década eles não são mais aqueles rapazinhos sem expectativa de vida: agora eles já são homens, alguns já são pais, são pessoas que apesar de tudo continuam humildes e talvez seja por isso que gostamos tanto deles. Afinal, tirando seu talento e milhões de dólares na conta bancária, eles são exatamente iguais nós, e cresceram com essa mesma geração que embalaram ao som do álbum com capa acinzentada que mudou nossa vida.



    E você, conheceu o Linkin Park na época do Hybrid Theory? Conte sua experiência com o disco: qual foi a primeira música que ouviu, quando comprou o álbum… use os comentários para isso. Parabéns: Hybrid Theory! Parabéns: Mike, Chester, Joe, Brad, Phoenix e Rob. Que venham muitos albuns novos por aí! Vida longa ao LINKIN PARK!

    Fonte.: http://www.LinkinParkBR.com | @LinkinParkbr - Acesse ;)
  • ''Oleeee, Oleee, Oleeee, Oleeee... Green Day, Green Day!''

    23 Oct 2010, 02:59 by rafaoskacg

    Quarta 20 Out – Green Day / 21st Century Breakdown Tour

    O Show: Por quem foi...



    Foram 3 HORAS de show e eu assisti bem próximo na grade da pista comum, assistindo a tudo o que acontecia no palco e na pista premium logo a frente.

    Literalmente, aconteceu de TUDO. Comandados por Billie Joe (vocal / guitarra), a banda se mostrou à vontade no palco. Além de tocarem seus maiores sucessos, os integrantes brincaram com fantasias, esguichos de água na platéia, convidaram fãs para cantarem junto no palco (com direito até a selinho!), arremessaram várias camisetas e houve até mesmo uma performance com todos tocando deitados.

    Resumindo, o show foi ELETRIZANTE do começo ao fim. No início, uma sequência de hits do novo cd, em seguida, sucessos de toda a carreira e até alguns covers (The Beatles, Guns n’ Roses e AC/DC, entre outros) foram tocados sem tempo para descanso, acompanhados sempre com gritos de “Heeeey Oohhh” por todos os fãs.

    A primeira música do bis foi com um dos maiores sucessos recentes da banda, “American Idiot”, seguida de “Jesus Of Suburbia” (música de 9 MINUTOS e que o público, acredite, tem a letra decorada).



    Pra encerrar, um set acústico (já que provavelmente o fôlego de todos presentes havia se esgotado). A última música, “Good Ridance”, se encaixou perfeitamente com todo aquele MOMENTO, resumido na frase - I hope you had the time of your life - ("espero que tenham tido o melhor momento de suas vidas", em tradução livre).

    Vídeo da abertura do show:
    http://www.youtube.com/watch?v=5-HChTg5G5M&feature=player_embedded

    (Por: @ebuzeto)
  • LINKIN PARK domina principal noite do SWU!

    18 Oct 2010, 02:45 by rafaoskacg

    Sábado 9 Out – SWU Music + Arts Festival 2010

    ▼ Abertura + Trecho do Show do Linkin Park no SWU.


    Mal a banda Pixies havia deixado o Palco Água do SWU (Starts With You) – Music and Arts Festival, as luzes do Palco Ar se apagaram e o telão ao fundo sincronizou imagens ao som de “The Requiem” para receber a atração principal do último dia do evento. Já era madrugada de 12 de outubro quando o Linkin Park, depois de seis anos, voltava a se apresentar no Brasil.

    O dia em que o rock pesado foi escalado (Cavalera Conspiracy, Avenged Sevenfold, Incubus e Queens of the Stone Age, para citar alguns) marcou o recorde de público que o festival recebeu – aproximadamente 60 mil pessoas. De longe, a maioria se locomoveu até a Arena Maeda, em Itu, pelo Linkin Park, o mais mainstream dentre todos.

    Após a música de abertura, o Linkin Park entrou pra valer com “Wretches And Kings”, também do álbum A Thousand Suns, lançado em setembro e carro-chefe da turnê. A fórmula rap-rock acompanhado de discursos anticapitalista levantou o público, que se mostraria empolgado com as novas músicas.

    Em seguida, o clássico “Papercut”, para delírio dos fãs de raiz, e o hardcore de “Given Up” mantêm o frenesi que tomou conta da Arena Maeda. Nessa última, o baixo de Phoenix e a voz de Chester Bennington se mostraram vigorosos.

    A esse ponto, e com duas bandeiras do Brasil estendidas no palco, o Linkin Park já havia conquistado o público. Ao tocar uma música não tão pesada, “New Divide”, a entrega dos fãs ficou ainda mais evidente. Apesar de não ser single-rádio no País, Chester Bennington teve um dos melhores momentos de duetos vocais com a multidão.



    “Faint” foi muito bem recebida pelos fãs, que também não negaram o lado mais hip-hop em “When They Come For Me”. Surpreendentemente, Bennington e o guitarrista Brad Delson, nesta canção, tocam percussão, enquanto Mike Shinoda despeja rimas. Delson, ao final, ainda toca guitarra e fala ao megafone, ao qual aproveitou seu momento vocal para fazer menção ao Brasil.

    De sua primeira passagem no País, em 2004, pra cá, o Linkin Park, além de ter se inovado em dois álbuns, mudou seu comportamento no palco. Os instrumentistas, por exemplo, contribuem com vocais de apoio e não se limitam a seus instrumentos característicos.

    Difícil é apontar se era o público que estava mais empolgado, ao ponto de sair do chão com a balada “Numb”, ou se era o vocalista Chester Bennington. Em “Breaking the Habit”, Bennington desceu do palco e cantou o refrão final a cappella ao lado dos fãs, para comoção geral. Mais tarde, se enrolou numa faixa verde e amarela com o nome da banda para cantar “Crawling”.



    Houve um único momento em que o público pareceu estar longe da banda, na balada “Iridescent”. Já no novíssimo single “Waiting for the End”, Bennington e Shinoda cantaram, mais uma vez, bem servidos das vozes de seus fãs, que também não faltaram na calma “Shadow of the Day”.

    Para a multidão, “One Step Closer” foi o teste de sobrevivência. A Arena Maeda deve ter saído do lugar com essa música, mesmo que por ao menos uns centímetros.

    Devido ao atraso de quase uma hora do show do Queens of the Stone Age, o bis foi emendado sem pausa. Durante a introdução do single principal de A Thousand Suns, “The Catalyst”, Chester Bennington, de tão à vontade, iluminou o público com um spot de luz. A performance em “The Catalyst” foi mais um ponto alto do vocalista, que estava decidido a não economizar a voz.

    Ainda havia tempo para surpresas. Um Linkin Park semi-acústico se apresentou em “The Messenger”. Sentado, Delson trocou a guitarra pelo violão, e Bennington cantou suavemente com a multidão. O momento mais belo de todo o show.

    A banda soava unida. Bennington, no entanto, continuou sendo o destaque individual. Desceu do palco para cantar agarrado aos fãs o maior sucesso da carreira, “In the End”. Para fechar a noite, “What I’ve Done” e “Bleed It Out”. O som estava tão forte que ambas fizeram com que alarmes de automóveis que estavam por perto disparassem. A primeira, um hino cantado pela legião de fãs. A segunda, uma festa.

    Sem tempo para longas despedidas, já que o DJ Tiësto se apresentaria em seguida no Palco Água, o Linkin Park, depois de tremular a bandeira brasileira, deixou a Arena rapidamente, assim como boa parte do público, saciado após seis anos de espera.



    ▼ Setlist do Linkin Park no @SWUbrasil - 11/10/2010:

    01. The Requiem
    02. Wretches and Kings
    03. Papercut
    04. Given Up
    05. New Divide
    06. Faint (Versão com final estendido)
    07. Empty Spaces
    08. When They Come For Me
    09. No More Sorrow
    10. Jornada del Muerto
    11. Waiting for the End
    12. Wisdom, Justice and Love
    13. Iridescent
    14. Numb
    15. The Radiance + Piano/Trecho The Catalyst
    16. Breaking the Habit
    17. Shadow of the Day
    18. Crawling
    19. One Step Closer
    20. Fallout
    21. The Catalyst
    22. The Messenger
    23. In the End
    24. What I’ve Done
    25. Bleed it Out + Trecho Burning in The Skies
  • Veja como foi o SWU que você construiu:

    15 Oct 2010, 21:15 by rafaoskacg

    Sábado 9 Out – SWU Music + Arts Festival 2010

    Em 3 dias de evento o SWU Music & Arts Festival teve:
    Público: 164 mil pessoas
    74 atrações musicais, 700 músicos nos palcos e mais de 50 horas de música
    04 palcos (2 palcos principais – Ar e Água; Tenda Heineken Greenspace e Palco Oi Novo Som)
    3.000 pessoas no Fórum Global de Sustentabilidade (nos 3 dias), que apresentou 29 palestras de convidados nacionais e internacionais
    Mostra de Artes com instalações inéditas e interativas de Eduardo Srur (também curador do espaço), Urban Trash Art, Bijari, Oficina Jamac, Flávia Vivacqua, Cooperaacs
    Exposição “Brasil em Chamas” em homenagem a Frans Krajcberg (curadoria de Sergio Caribe) com 7 esculturas e 8 fotos do artista
    Espaço de arena: 233 mil metros quadrados, onde foram construídos 70 mil metros quadrados de área coberta, entre áreas de alimentação, palcos, tendas e camarotes.
    1.000 banheiros químicos
    2.000 latas de lixo para coleta seletiva
    350 funcionários responsáveis pela limpeza (120 trabalhando durante o evento e 230 na madrugada)
    30 funcionários trabalhando na usina de reciclagem instalada no local do evento (separação e prensagem do lixo gerado)
    30 toneladas de lixo recolhidas, separadas e destinadas a usina de reciclagem (12 toneladas só de latinhas)
    9.000 funcionários envolvidos na produção e organização (diretos e indiretos), incluindo 1.600 seguranças (*) e 280 policiais por dia (militares, civis e rodoviários)
    (*) 640 na triagem, arena e áreas de circulação; 260 em segurança patrimonial e 600 seguranças das bandas
    Ocorrências:
    Nenhum acidente registrado nas estradas do entorno
    Nenhuma ocorrência grave
    Nenhum registro de briga
    94 B.O.s emitidos (a maior parte por furto de celular e perda de documentos)
    88 pessoas detidas (4 cambistas, 1 por desacato e as demais por consumo de drogas, todas já liberadas)
    597 atendimentos médicos, ou média de 199 por dia (a maior parte por casos de hipotermia, baixa glicemia e desidratação)
    500 mil refeições servidas e 700 mil latas vendidas (das quais 100% recicladas)
    Estacionamentos:
    1.437 ônibus (1.117 caravanas e 320 da organização)
    1.368 vans
    42.970 carros